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Segunda-feira, 31 de Março de 2008

Área de aplicação do nosso trabalho

Todo o trabalho que temos desenvolvido até agora, fizemo-lo com um propósito, como já dissemos anteriormente, tornar as cidades mais CRIATIVAS. Para isso é preciso passar da teoria para a prática. Iremos propor a construção de um parque diferente do habitual, não só com brinquedos fora do normal e capazes de cativar as crianças mas também com, por exemplo, espaços verdes destinados simplesmente ao lazer dos indivíduos, desfrutando da tranquilidade; espaços onde seja possível a interacção das pessoas com animais; espaços com sitíos próprios para andar de bicicleta, skate, patins (entre outros elementos desportivos) tendo até obstáculos para tornar o passeio mais divertido; espaços ligados ao meio rural, tendo em conta que caneças não abandonou essa sua faceta mais tradicional, fazendo ainda parte do quotidiano de algumas pessoas, tendo portanto um cariz significativo. É evidente que para que o nosso projecto se concretize, iremos precisar de algumas ajudas relativamente às quais esperamos colaboração visto que esta ideia é uma boa forma de divulgar Caneças, tendo esta bastantes potencialiadades de construção de um espaço desta dimensão dado ainda ter uma grande área desocupada.

Posteriormente iremos dar dados mais concretos relaccionados com o desenvolvimento do nosso trabalho.


publicado por tretas_nuas às 21:50

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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Relatório de Final do 2º Período

Com este relatório pretendemos fazer um balanço do período, analisando os objectivos cumpridos e os métodos que utilizámos para os cumprir. De um modo geral, este período resume-se à realização de inquéritos, tanto às crianças – da primária e da pré-primária – como aos pais das mesmas, e à reflexão sobre as potencialidades que os brinquedos têm para o desenvolvimento das crianças em meio urbano; inicialmente, tínhamos, também, outro objectivo – observação de dois infantários pertencentes a meios sociais diferentes – o qual acabou por não ser alcançado pois direccionámos o nosso projecto para os espaços públicos infantis, isto é, os espaços das ruas onde as crianças podem brincar.

Neste período, preocupámo-nos essencialmente com o esclarecimento do principal objectivo do nosso projecto e com a divulgação do mesmo – participámos em várias reuniões do CC on the road, nas quais pudemos tomar conhecimento do trabalho dos outros grupos (também das outras escolas), e de onde viemos com mais ideias para o nosso trabalho, e também fizemos apresentações na nossa escola (em todas as disciplinas), tal como já tinha sido referido no nosso blog; realizamos uma entrevista à psicóloga da nossa escola e isso foi essencial para o nosso trabalho; posteriormente, tentámos estudar e analisar a nossa zona (Caneças) para reflectir sobre as potencialidades da mesma, e estudámos os locais que estão desocupados, os quais poderão vir a ser possíveis parques infantis (com algumas características como: originalidade, espaços de interacção entre os pais e os filhos, de combinação entre a parte física e a parte intelectual); relativamente à realização dos inquéritos, já temos uma pequena quantidade dos mesmos mas temos outros que serão respondidos, todavia, por motivos burocráticos ainda não conseguimos obtê-los por parte da Escola Primaria Cesário Verde (Casal Novo) e, como tal, não conseguiremos terminar a análise dos mesmos até ao final do período.

Fazendo uma comparação da situação do nosso projecto no final do 1º Período em relação ao momento actual, podemos concluir que a temática do nosso projecto já está muito mais visível tanto para a comunidade escolar como para o exterior e isso deve-se, entre outros factores, às reuniões do CC on the road, onde houve um intercâmbio de ideias resultantes de vários trabalhos; por outro lado, o artigo que fizemos para o jornal da escola também contribuiu para a divulgação do nosso projecto. Quanto ao desenvolvimento do nosso trabalho, já estamos num nível, onde podemos tirar conclusões relevantes mas, no 3º Período ainda há muito mais a fazer (etapas que ansiamos ver ultrapassadas) e esperamos, sinceramente, que o nosso objectivo, seja a curto ou a médio prazo, se possa cumprir.


publicado por tretas_nuas às 13:08

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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008

CRIARTE na Serra de Sintra - Cascais

Ontem, dia 21 de Fevereiro, Quinta-Feira, visitámos o Ecoparque do Pisão e Pedra Amarela Campo Base. Vimos tudo aquilo que não é comum no nosso dia-a-dia, pois lá pudemos desfrutar duma paisagem verde e respirar um ar mais puro, ao contrário do nosso quotidiano em que estamos rodeados de construções em betão. Fomos sensibilizados para a importância que a natureza tem na nossa vida e os impactes negativos que nós podemos ter se não a soubermos cuidar (o conceito de biodiversidade e desenvolvimento sustentável esteve sempre presente). Contudo, aquilo que maior interesse tem para o nosso projecto são os brinquedos que vimos – aparelhos desportivos que estão em contacto directo com a natureza e que funcionam como desafio, já que são “radicais”. O Pedra Amarela é mais um exemplo de um tipo de parque que consegue apelar simultaneamente ao desporto, ao contacto com a natureza, ao convívio, e prime pela originalidade (aquilo a que o grupo Tretas Nuas se propõe).


publicado por tretas_nuas às 12:49

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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Uma noticia bastante interessante!!!

Jornal o Metro

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Esta notícia fala sobre um estudo da universidade de Yale, nos EUA, que foi realizado a mães de mais de dez países, incluindo Portugal, acerca da forma como as crianças brincam hoje em dia. “Crianças crescem depressa demais”: esta afirmação é bastante actual segundo o artigo, isto é, devido aos pais não terem tempo de levar as crianças aos espaços que são para brincar. “As mães de todo o mundo estão preocupadas com o tempo que as crianças passam em frente à televisão e com vida sedentária que levam. Está a perder-se o espírito de brincar que costumava caracterizar as crianças” segundo Dorothy Singer, isto é, devido as novas tecnologias as crianças ficam mais individualistas e isolam-se mais, acabando por não desenvolver a sua imaginação. Por outro lado, as mães queixam-se da falta de tempo, logo, as crianças ficam mais sozinhas.

Falta de parques infantis é um facto real na actualidade, principalmente no nosso País porque as mães portuguesas são as que revelam maiores preocupações em algumas áreas. Segundo os especialistas, as mães inquiridas têm um sentimento de “luta interior”, pois pensam que as crianças estão a crescer depressa demais e elas não têm tempo para os filhos, o que se torna conflituoso. Assim, há preocupação com a segurança de estarem na rua e também de estarem muito tempo em frente à televisão.

Segundo o gráfico com o titulo “o que as mães pesam das brincadeiras de rua?”, sabemos que 56% das 79% das mães inquiridas em Portugal receiam que as crianças se magoem, 53% estão preocupadas com a falta de vigilância, 47% dizem que é pouco seguro, 36% referem que há espaços adequados, 29% estão preocupadas com os germes e doenças, 29% dizem que os filhos brincam em casa por sua culpa e 22% criticam o fraco acesso a ambientes naturais.

Eis algumas sugestões de soluções para combater estas situações: “uma mãe levar várias crianças ao parque se a outra estiver ocupada”, fazer como por exemplo:” Na Inglaterra chamam-lhe ‘playdates’ [encontro para brincar]”. Outra solução é quando as crianças estão em casa com os pais a criar os seus próprios brinquedos de forma a encorajá-las na utilização desses materiais e também uma forma de desenvolver a sua imaginação; a última solução é em relação à abertura das escolas ao fim-de-semana para as crianças irem para lá brincar. Mas o mais importante, para Jerome, e deve ser para todos os pais, é não pôr um DVD para a criança adormecer, mas sim contar uma história para que no futuro ela se recorde como uma lembrança boa dos pais.


publicado por tretas_nuas às 17:44

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Domingo, 10 de Fevereiro de 2008

Potencialidades de Caneças

Criámos este post com a finalidade de esclarecer as potencialidades de Caneças face ao nosso projecto, onde falaremos também sobre as vantagens e inconvenientes do nosso “apelo” e a importância dos parques infantis para as crianças.

Tendo em conta que Caneças ainda tem bastantes espaços livres, que podem ser destinados à criação de locais de lazer, em vez de prédios e de outros equipamentos, iremos propor a criação de um parque infantil moderno, isto é, com brinquedos diferentes dos habituais. Contudo, devido à existência de um parque infantil no centro de Caneças, consideramos difícil a viabilidade da nossa proposta. Por isso, decidimos também analisar o parque local e encontrar maneiras de inovar através de sugestões criativas. Este parque, apesar de não estar degradado como muitos outros e de ter uma quantidade de brinquedos considerável, “sofre” do mesmo problema que os outros parques - apenas tem os brinquedos usuais, ou seja, os brinquedos existentes não trazem nada de novo às crianças, elas já sabem o que lhes espera quando decidem brincar em determinado equipamento.

Analisando os parques infantis de Portugal num sentido geral, será que existem diferenças acentuadas de parque para parque? A resposta é NÃO! Os parques não passam de meros clones de determinados brinquedos que em certa altura eram considerados inovações, mas os tempos alteram-se e todo o mundo devia seguir essas mudanças, inovando. As necessidades das crianças dos dias de hoje já não são as mesmas de há cinquenta anos atrás, mas nem precisamos de recuar tanto no tempo. As necessidades das crianças são totalmente diferentes de há dez anos atrás, quando começaram a existir parques infantis com os tradicionais escorregas e baloiços. Mas questionamo-nos: Que alterações é que os brinquedos públicos sofreram? NENHUMAS! Houve um avanço na tecnologia, o que permite às crianças brincar com objectos que as “transportam” para um mundo virtual e imaginário, mas e o contacto com a realidade? Onde é que este fica? É mesmo por esta razão que é necessário a criação de parques apelativos. É necessário que as crianças procurem os seus limites (com segurança), ultrapassando desafios, que experimentem novas actividades (estimulantes e cativantes), explorem a sua criatividade e a sua resistência física, sendo os parques os locais onde estas se exprimem, tendo comportamentos que não podem ter em casa. Apesar de ser bastante importante a criança jogar com consolas e computadores (entre outros “brinquedos”), o contacto com outras crianças torna-se indispensável para a sua vida futura, sendo imprescindível no seu processo de socialização.

Como dissemos anteriormente, o mundo evolui e os problemas evoluem com o mesmo. Se antigamente os pais não tinham qualquer problema em deixar os seus filhos saírem à rua, hoje é cada vez mais difícil os progenitores cortarem o “cordão umbilical”, pois consideram perigoso o mundo exterior. Assim sendo, é necessária a criação de espaços onde os pais se sintam seguros em deixar os seus filhos ou até mesmo passear e brincar com as crianças. Mas, se esses espaços não despertarem interesse na criança, esta vai optar por ficar em casa, não podendo (nem devendo) os pais obrigá-la a sair à rua. Novamente, mais uma demonstração da necessidade da criatividade deste espaço público!

Mas, apesar de às vezes os parques não serem muito apelativos para as crianças, não é esta a razão que os prende, não é esta a razão que os “impede” de brincar num parque infantil. Queremos com isto dizer que, algumas vezes, são os pais que não se sentem motivados a levar as crianças aos parques infantis e porquê? Porque sabem que têm que lá ficar durante um determinado tempo a ver os seus filhos a correr de um lado para o outro ou a brincarem enquanto podiam estar em casa a descansar ou a fazer outras tarefas (por exemplo) que, com a ida ao parque, irá apenas atrasar a sua realização. Então, decidimos propor a conjugação de um espaço para crianças e adultos, onde haja a interacção destes dois elementos.

Por conseguinte, o nosso trabalho está a ser realizado no sentido de dinamizar Caneças através da criação de espaços infantis, mas onde seja estabelecido um relacionamento, isto é, onde haja um contacto directo dos adultos com as crianças.


publicado por tretas_nuas às 00:20

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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008

Mapa de Caneças

 

Deixamos aqui o mapa de caneças com a localização do parque infantil e de potenciais espaços infantis

 


publicado por tretas_nuas às 21:29

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Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008

Ida a Belém

O grupo tretas nuas, com os restantes elementos da turma, foi assistir a um documentário sobre Lisboa, em Belém. Retratava a história de um povo glorioso (povo português), mais particularmente dos lisboetas. Diz-nos que estes gostam muito da sua cidade, uma cidade histórica, aberta, cultural, a cidade da Luz.

 Esta visita foi-nos importante na medida em que transmitiu a ideia de que Lisboa é uma cidade com um presente marcado pelo passado e com um futuro que irá ser construído tendo em conta o que for feito hoje por isso é preciso tomar medidas! Tudo o que foi desenvolvido até agora não foi em vão, muito pelo contrário, Lisboa evoluiu bastante com o passar do tempo, mas o que foi realizado até hoje pode ser melhorado e o nosso grupo propõe isso mesmo!

 Para quê ficar pelos parques tradicionais, simples, que não demonstram uma evolução significativa que não acompanham o mundo de renovação que os rodeia? Não conseguimos encontrar alterações significativas entre os parques de hoje e os parques de há dez anos atrás. Por isso, baseando-nos nos parques do presente, projectamos os parques do futuro: dinâmicos, divertidos, didácticos, atractivos, basicamente, mais CRIATIVOS.

Aqui fica um pouco do que ouvimos na apresentação...

Cidade aberta, do mundo, com alma e com historia.

Os portugueses são gente das águas, cujo mar se abriu para o mundo inteiro, onde esteve patente o desejo de partir e voltar – Descobrimentos.

A História da cidade é a história dos povos que lá se fixaram. Começa com os romanos (que trouxeram a língua e a cultura); posteriormente, deu-se a decadência do império romano e os alanos, os suevos e os visigodos (povos do norte da Europa) conquistaram Lisboa, a qual se torna uma cidade cristã; os árabes chegam então a cidade, a qual se torna muçulmana e chamam-lhe Aluxubuna. Em 1143 nasce Portugal, graças a D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, que avança para sul e alarga as fronteiras e o território.

 


publicado por tretas_nuas às 01:30

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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008

Justificação...

Neste post, iremos justificar a afirmação bastante provocadora que decidimos colocar no primeiro periodo, sendo essa afirmação a seguinte:

"ABAIXO OS PARQUES INFANTIS!"

Esta frase é bastante polémica pois os nossos visitantes de certeza que se questionam: "se o objectivo deste trabalho é apelar à criação de mais parques infantis, como é possìvel que coloquem no blogue uma frase que diz exactamente o contrário?".A resposta a esta pergunta é bastante simples. Sim, é verdade que pretendemos solicitar a criação de mais parques infantis em meio urbano, mas pretendemos que esses parques possuam  brinquedos diferentes, que recorram mais a imaginação da criança e que desenvolvam e explorem as suas capacidades, ou seja, pretendemos que sejam implementados nos parques já existentes ou noutros que possam vir a ser criados, brinquedos mais dinâmicos.

Mas, o facto de serem diferentes não significa que esses mesmo brinquedos não devam ser seguros. A aposta na segurança de os brinquedos públicos tem cariz de grande importância pois, com a criação destes espaços pretende-se o divertimento sem quaisquer tipo de acidentes.

Assim sendo,  com esta afirmação pretendemos "abolir" os parques vulgares e apostar na inovação das áreas infantis ou seja, achamos que estes não devem de existir apenas com os tradicionais escorregas e baloiços mas também com outros tipos de objectos diferentes e que funcionem como um chamariz para as crianças (tendo sempre presente o factor segurança) e não aqueles brinquedos que podem ser ditos como ultrapassados, onde não existe qualquer interacção entre as diferentes gerações (vários grupos etários).


publicado por tretas_nuas às 00:18

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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008

Relatório da Apresentação do Projecto

Na semana passada andámos muito atribulados com as apresentações do nosso projecto, e digo isto porque os Tretas Nuas não se limitaram apenas a apresentar o projecto em Carnide, na Escola Vergílio Ferreira, mas também a parte da comunidade da nossa escola. Um dos nossos grandes e principais objectivos desta temporada é promover o nosso projecto, isto é, divulgá-lo e deixar bem clara a nossa intenção com o mesmo. Importa também realçar a importância das sugestões que nos foram apresentadas e das discussões que o tema – “Brincar Nas Cidades” – do nosso projecto suscitou, pois “é da discussão que nasce a luz” e, por vezes, uma ideia que possa parecer “descabida” poderá acabar por fazer muito sentido no nosso trabalho, portanto, agradecemos desde já aos nossos ouvintes (das apresentações que fizemos) pois foram muito úteis ao desenvolvimento deste projecto.

            Deram-nos as seguintes sugestões: análise de parques infantis em meios sociais diferentes, assim como a segurança dos mesmos e a degradação dos já existentes; consulta ao site da APSI (Associação para a Promoção da Segurança Infantil); o estudo de outros parques oriundos de países diferentes, pois terão, certamente, outro tipo de brinquedos para além dos que nós, portugueses, já conhecemos; exploração de espaços inutilizados, na nossa freguesia, a fim de podermos fazer um projecto de um possível espaço infantil para esse mesmo local vazio, e, posteriormente, propor à Junta de Freguesia ou, por outro lado, tentar requalificar espaços infantis já existentes.

            Para concluir, ficámos contentes com o resultado das nossas apresentações pois conseguimos esclarecer o principal objectivo do projecto “Brincar Nas Cidades”, e deixamos o nosso grande agradecimento aos nossos professores, assim como ao Sr. José Carlos Mota que nos indicou outros caminhos possíveis para a viabilização do nosso projecto.


publicado por tretas_nuas às 22:03

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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

Principais Conclusões da Entrevista à Psicóloga

- É importante que os adultos façam uma reflexão em conjunto com as crianças sobre algum acontecimento que tenha ocorrido;
- Os jogos colectivos são importantes pois implicam a aprendizagem de regras e respeito pelos outros;
- Importa a variedade e não a quantidade dos brinquedos;
- O apelo ao desporto pode ser feito com base nos parques infantis, pois nesses locais há espaço suficiente para a Criança se movimentar à vontade (correr, saltar, etc.).
- Uma sugestão para inovar os espaços destinados às crianças é a existência de animadores nesses locais, os quais podem fazer outro tipo de brincadeiras com as mesmas (hora do conto, fantoches, faz de conta, entre outras...).

 


publicado por tretas_nuas às 16:32

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